A lamentável preocupação da criatura humana com sua aparência física
Paira, nos tempos modernos, uma quase obsessiva preocupação da criatura humana com sua aparência física.
Os novos conceitos impõem à grande maioria o dever espartano de se manterem joviais, sem celulite, cabelos brancos ou marcas da idade. E isso vem se tornando para muitos verdadeira neurose, impondo a incontáveis indivíduos graves distúrbios da personalidade, já que os atingidos passam a adotar uma atitude neurótica perante a vida.
Surge a ansiedade doentia de se manter magro, rumando muitos para as dietas exóticas e agressivas ao funcionamento regular do organismo, estabelecendo estados psicóticos nos adeptos da ditadura da magreza.
Academias ultrasofisticadas surgem para atender uma demanda crescente de super atletas, dispostos a colocarem seus corpos no limite, os sujeitando a exercícios complexos, alguns causadores de graves lesões a tecidos e ossos.
Atletas olímpicos se preparam a cada quatro anos para a disputa de medalhas que os vão diferenciar dos demais mortais, e tanto esforço corporal em alguns acarreta a exaustão antecipada do veículo físico, impondo a morte prematura.
Anabolizantes e outras substâncias da indústria química anunciadas como modeladoras de um corpo “sarado” são ingeridas por celebridades, criando uma onda de adeptos no mundo, ignorando estes os efeitos
colaterais graves de tais aditivos na sensível tessitura psicológica e orgânica.
Biologicamente, o corpo foi feito para o trabalho e para funções de drenagem das imperfeições do Espírito.
Exaustor dos miasmas vibratórios da alma, sofre as injunções próprias da programação reencarnatória a que está fadado o psiquismo em evolução, nem sempre correspondendo ao que o ser gostaria de ter, estando invariavelmente ajustado pela lei de causa e efeito ao que o Espírito necessita para seu burilamento moral, refletindo as ações e as omissões pretéritas. Para seu perfeito funcionamento, não exige muito.
Água pura em abundância, garantindo fluidez de suas funções da hidrólise estrutural e manutenção adequada das atividades renais.
Ar puro, preservando as caixas pulmonares da poluição passiva e daquela oriunda da viciação adotada junto ao tabaco e seus derivados.
Ausência de álcool em quantidades abusivas, corroendo peças importantes da glândula hepática e abrindo campo para as neoplasias de natureza maligna.
Sono reparador, que atenda a necessidade de refazimento das peças cansadas, circunstância essa que varia de indivíduo para indivíduo.
Trabalho mental e corporal no limite das forças, ensejando ocupação útil e alegrias decorrentes da possibilidade de ser pró-ativo na sociedade onde moureja.
Ao lado destes comportamentos salutares, zelar pela casa mental se faz imprescindível, observando que muitos corpos aparentemente saudáveis acolhem almas profundamente doentes.
Banir a mágoa, corrosivo da saúde emocional, do mundo íntimo.
Libertar-se dos grilhões impostos pela vingança, verdadeiro cárcere da consciência ultrajada.
Varrer das emoções o lixo do complexo de inferioridade que cultiva, vitimizando-se para chamar a atenção.
Alforriar-se da agressividade, com que se arma em caráter permanente contra tudo e contra todos.
Em vez de armar-se, amar.
E para adquirir esta saúde emocional não é necessário que se busque matrícula nas caras academias do mundo, bastando adotar as diretrizes de Jesus para uma vida sadia.
Fazer aos outros o que gostaria que os outros te fizessem.
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.
Instalar o sentimento da gratidão em tudo que faça ou receba.
Antenar-se com a paz.
Se perceber um Espírito em trânsito pelos insondáveis caminhos da evolução, usando um corpo obtido na concepção e fadado à decomposição oportuna, libertando-se da armadura carnal para o regresso ao país da luz, onde serás sadio ou doente, feliz ou desventurado, a depender do que fizeste da própria vida.
O corpo pede equilíbrio para cumprir suas elevadas funções. A alma que és decide por quais caminhos trilharão teus pés.
Marta
Psicografia de Marcel Cadidé Mariano
Centro Espírita Caminho da Redenção
Mansão do Caminho
Instituição fundada por Divaldo Franco e Nilson a mais de 75 anos
Marcel também é trabalhador da Federação Espírita da Bahia a mais de 37 anos

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