Setor de turismo movimentou R$ 23,96 bilhões ao longo do ano passado
TURISMO NO BRASIL
O turismo brasileiro encerrou 2025 com o maior faturamento já registrado pelas operadoras associadas à Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo). Segundo dados divulgados no Anuário Braztoa 2026, o setor movimentou R$ 23,96 bilhões ao longo do ano passado, resultado que representa crescimento de cerca de 5% em relação a 2024 e marca o terceiro ano consecutivo de expansão. O levantamento mostrou um mercado mais estabilizado após o período de recuperação pós-pandemia, mantendo níveis elevados de vendas, embarques e circulação de turistas dentro e fora do Brasil. Ao longo de 2025, as operadoras associadas foram responsáveis por 9,71 milhões de embarques, número que confirma o fortalecimento da atividade turística no país. O principal destaque continua sendo o turismo doméstico. As viagens nacionais responderam por R$ 18,66 bilhões do faturamento total, equivalente a 78% de toda a receita gerada pelas operadoras ligadas à entidade. O segmento também concentrou 7,10 milhões de embarques, cerca de 73% do volume registrado em 2025. Os números reforçam o peso do turismo interno na economia brasileira. Segundo o anuário, o movimento gerado pelas viagens nacionais representa aproximadamente R$ 51 milhões circulando diariamente entre destinos turísticos do país, impactando diretamente hotéis, restaurantes, companhias aéreas, transportadoras, atrativos turísticos e pequenos negócios ligados ao setor.

MERCADO INTERNACIONAL

Outro dado relevante envolve a hotelaria. As operadoras comercializaram mais de 19 milhões de diárias em hospedagens dentro do Brasil ao longo do ano. O volume corresponde a uma média superior a 52 mil quartos ocupados diariamente. Já no mercado internacional, mesmo com oscilações cambiais e um cenário internacional mais instável, as viagens ao exterior também seguiram em crescimento em 2025. O segmento internacional movimentou R$ 5,30 bilhões em faturamento e contabilizou 2,61 milhões de embarques. Além disso, foram comercializadas cerca de 6,9 milhões de diárias em hospedagens internacionais, indicando que o brasileiro continua investindo em roteiros fora do país, especialmente em viagens mais longas e planejadas com antecedência. O estudo aponta que o turismo doméstico e internacional passaram a operar de forma complementar dentro das estratégias das operadoras. Enquanto o mercado nacional garante escala e estabilidade financeira, o internacional amplia opções de produtos, conectividade aérea e experiências de maior valor agregado.

AGÊNCIAS DE TURISMO

Agências seguem dominando vendas no turismo. O levantamento também traz um retrato atualizado sobre o comportamento de compra dos viajantes e os canais de comercialização utilizados pelas operadoras. As agências de viagens continuam sendo protagonistas no setor e concentraram 80% das vendas realizadas em 2025. O dado reforça a importância da distribuição feita pelos agentes e a permanência do atendimento especializado como parte importante da jornada do consumidor. Ao mesmo tempo, o ambiente digital segue avançando. Segundo o anuário, 68% das vendas foram realizadas de maneira totalmente online, consolidando a tecnologia como peça central na operação das empresas e na relação entre operadoras, agências e clientes. Outro destaque envolve os meios de pagamento. O cartão de crédito permaneceu como principal forma utilizada nas compras de viagens, presente em mais de 65% das transações realizadas no período. As compras parceladas entre cinco e dez vezes concentraram mais da metade das vendas registradas pelas operadoras.

VIAGENS AO EXTERIOR

O estudo também identificou mudanças importantes no perfil do viajante brasileiro. Nas viagens nacionais, predominam roteiros de curta e média duração, especialmente entre cinco e oito dias. As compras continuam acontecendo mais próximas da data do embarque. Já nas viagens internacionais, cresce o número de consumidores que organizam o roteiro com antecedência maior, geralmente entre três e seis meses antes da viagem. O comportamento acompanha o aumento das viagens mais longas e de experiências consideradas mais completas. Para Fabiano Camargo, presidente do Conselho de Administração da Braztoa, os dados revelam o peso econômico das operadoras dentro da cadeia turística brasileira. “Esta edição do Anuário Braztoa evidencia a dimensão das operadoras para o turismo brasileiro e para a movimentação da economia do país. Estamos falando de empresas que conectam destinos, ampliam o acesso às viagens e distribuem fluxo turístico por diferentes regiões, impulsionando hotelaria, transporte, gastronomia, atrativos e uma ampla rede de serviços. O turismo tem um efeito multiplicador muito relevante e os números mostram como essas empresas contribuem diretamente para transformar esse movimento em desenvolvimento econômico e oportunidades para o país”, declarou. O Anuário Braztoa 2026 reúne dados completos sobre o desempenho do turismo nacional e internacional, além de análises sobre comportamento de consumo, distribuição de vendas e tendências do setor para os próximos anos. Segundo a entidade, os resultados de 2025 consolidam um cenário de maior maturidade para o turismo brasileiro, com crescimento sustentado, fortalecimento das viagens domésticas e avanço das operações digitais em toda a cadeia de distribuição.

VIAGENS CORPORATIVAS

A propósito, o setor de viagens corporativas seguiu em trajetória de crescimento em abril de 2026 e registrou faturamento total de R$ 1,297 bilhão, avanço de 12,35% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o mercado movimentou R$ 1,154 bilhão. Os dados fazem parte do mais recente levantamento da Abracorp, que analisa o desempenho de 11 segmentos do setor. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, entre janeiro e abril, o faturamento já soma R$ 4,87 bilhões, crescimento de 12,38% frente aos R$ 4,33 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2025. Segundo Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da Abracorp, o resultado foi considerado positivo diante de um cenário desafiador para o período. Entre os 11 setores analisados em abril, nove apresentaram crescimento. O principal destaque ficou com Serviços Aéreos, que alcançou faturamento de R$ 773,6 milhões, alta de 15,37% na comparação anual. Parte do desempenho foi impulsionada pelo aumento do ticket médio das passagens aéreas, que chegou a R$ 1.937,83 em abril, crescimento de 12,98% em relação ao mesmo mês de 2025.

HOTELARIA

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A Hotelaria também manteve desempenho positivo, com receita de R$ 371,2 milhões e expansão de 5,93%, refletindo a continuidade da demanda corporativa em polos de negócios, feiras, convenções e eventos. Outro destaque relevante foi o segmento de Locação de Veículos, que registrou a maior alta proporcional entre os setores de maior volume financeiro: crescimento de 42,63%, totalizando R$ 44,3 milhões. Já o setor de Seguro Viagem apresentou expansão ainda mais expressiva, avançando 66,90% em relação a abril do ano passado, com faturamento de R$ 2,8 milhões. Os serviços complementares também mantiveram trajetória positiva. O modal Rodoviário cresceu 15,21%, alcançando R$ 6,3 milhões, enquanto o segmento de Transfer avançou 6,99%. Já no turismo marítimo, o setor de Cruzeiros registrou crescimento de 41,76%, embora ainda represente participação menor no volume total do mercado, com faturamento de R$ 277 mil. Apesar do cenário predominantemente positivo, alguns segmentos apresentaram retração em abril. O setor Ferroviário recuou 60,44%, enquanto vistos e documentação registraram queda de 39,54%, movimento associado a ajustes de demanda e mudanças no perfil das viagens internacionais corporativas.

SERVIÇOS AÉREOS

No acumulado entre janeiro e abril, o principal destaque segue sendo Serviços Aéreos, que movimentaram R$ 2,93 bilhões, crescimento de 16,10% sobre o mesmo período de 2025. A Hotelaria alcançou faturamento de R$ 1,41 bilhão no quadrimestre, alta de 7,15%, sustentada pela manutenção da ocupação em centros de negócios e eventos corporativos. A Locação de Veículos também manteve expansão consistente, com crescimento de 10,01% e faturamento acumulado de R$ 139,5 milhões. Já o segmento de Seguro Viagem apresentou a maior alta proporcional entre todos os setores analisados no acumulado do ano: avanço de 110,17%, totalizando R$ 14,6 milhões em 2026. Os serviços de Rodoviário cresceram 13,56%, enquanto Transfer avançou 27,84%, reforçando a retomada gradual dos serviços complementares da jornada corporativa. No turismo marítimo, Cruzeiros registraram crescimento de 22,62%, ainda com participação menor no volume geral do mercado. Por outro lado, Pacotes de Viagens/Lazer recuaram 18,97% no acumulado do ano. O setor de Vistos e Documentação caiu 57,39%, enquanto o modal Ferroviário registrou retração de 70,48%, refletindo mudanças na dinâmica operacional e na demanda desses serviços.

COMPETIÇÃO HOTELEIRA

Agora é assim que está literalmente funcionando. Hotéis competem para serem encontrados enquanto a IA assume o controle das buscas de viagens. A inteligência artificial está mudando a forma como as pessoas pesquisam e reservam viagens, e os hotéis estão entrando em uma nova era de competição digital. Em vez de percorrer longas listas de resultados de hotéis, os viajantes estão cada vez mais usando linguagem natural para pedir recomendações específicas a ferramentas de IA. Um usuário pode pesquisar por um “hotel tranquilo com varanda voltada para o oeste”, um “hotel romântico na Serra Catarinense” ou um “um castelo escocês em Gramado e que possua spa”. Essas solicitações detalhadas estão mudando a forma como os hotéis pensam sobre sua visibilidade online. Durante anos, os hotéis se concentraram em SEO tradicional, OTAs, anúncios pagos e sites de avaliação. Agora, enfrentam um novo desafio: fazer com que os modelos de IA compreendam, classifiquem e recomendem seus estabelecimentos. A busca de viagens com inteligência artificial é diferente da busca tradicional. Uma busca no Google pode mostrar dezenas de links de hotéis, anúncios, mapas e opções de reserva. Um assistente de IA, no entanto, pode retornar apenas algumas recomendações.

Essa mudança torna a visibilidade mais competitiva. Os hotéis não estão mais apenas tentando aparecer em algum lugar na página de resultados de busca. Eles estão tentando se tornar uma das poucas propriedades que um sistema de IA escolhe mencionar. Isso cria um grande desafio para as marcas hoteleiras. As ferramentas de IA não se limitam a buscar palavras-chave. Elas interpretam significado, contexto, intenção do viajante, avaliações, descrições, comodidades, dados de localização e outros sinais na internet. Um hotel que apresenta bom desempenho em buscas tradicionais pode não ter necessariamente um bom desempenho em recomendações geradas por IA. A maior mudança é a transição da busca por palavras-chave para a busca conversacional. Os viajantes não pesquisam mais apenas digitando termos como “melhor hotel em Paris” ou “hotel barato em Tóquio”. Agora, eles podem pedir experiências muito específicas. Por exemplo: “Encontre para mim um hotel boutique tranquilo perto da praia, com varanda e um bom café da manhã.” Esse tipo de busca significa que os hotéis precisam descrever suas propriedades com muito mais detalhes. Informações básicas como tamanho do quarto, localização, preço e classificação por estrelas podem não ser mais suficientes.

Os hotéis podem precisar fornecer informações claras sobre o ambiente, a experiência do hóspede, as características dos quartos, a acessibilidade, as vistas, os níveis de ruído, as políticas para animais de estimação, os serviços de bem-estar, as atrações próximas e até mesmo pequenos detalhes, como a localização das tomadas elétricas ou espaços adequados para trabalho. Os sistemas de IA dependem da qualidade e consistência das informações disponíveis online. Hotéis com perfis digitais incompletos, desatualizados ou inconsistentes podem ter mais dificuldade em aparecer nas recomendações de viagem geradas por IA. Para aumentar a visibilidade, os hotéis podem precisar melhorar sua presença em diversas fontes confiáveis, como sites oficiais, plataformas de reservas, avaliações de clientes, guias de viagem, mapas e diretórios comerciais estruturados. As avaliações também podem ganhar ainda mais importância. Os modelos de IA podem ler o feedback dos hóspedes para entender pelo que um hotel é realmente conhecido. Se os hóspedes mencionarem uma localização tranquila, funcionários atenciosos, Wi-Fi rápido ou um bom café da manhã, essas informações podem ajudar os sistemas de IA a alinhar o hotel com as solicitações relevantes dos viajantes. Os principais grupos hoteleiros estão começando a estudar como os modelos de IA interpretam os dados dos hotéis e fazem recomendações. Para grandes redes hoteleiras, isso não é apenas uma questão de marketing. É uma questão de infraestrutura de dados. Muitos bancos de dados de hotéis foram construídos em torno de categorias padrão, como preço, localização, tipo de quarto e comodidades. A busca por IA exige uma compreensão semântica mais aprofundada. Os sistemas de busca precisam entender o significado por trás de solicitações vagas ou baseadas em experiências.

Uma busca por um “hotel romântico”, por exemplo, pode englobar uma série de informações: design do quarto, localização, opções gastronômicas, privacidade, avaliações de hóspedes, serviços de spa e atmosfera geral. Hotéis que conseguirem organizar e exibir essas informações de forma clara podem obter vantagem em buscas impulsionadas por inteligência artificial. A busca de viagens por IA também pode alterar os custos de distribuição de agências de viagens online e hotéis. Atualmente, os hotéis pagam comissões às agências de viagens online pelas reservas. Com o advento dos assistentes de IA como parte do processo de planejamento de viagens, uma nova forma de competição pode surgir em torno da visibilidade da IA, do posicionamento das recomendações e da proeminência algorítmica. Isso pode criar um novo tipo de descoberta paga, onde hotéis e plataformas de viagens competem não apenas por posições nos resultados de busca, mas também por relevância nas respostas geradas por IA. Para os viajantes, a mudança pode acelerar e personalizar o planejamento de viagens. Para os hotéis, pode complicar e aumentar os custos da visibilidade digital.

Para o consumidor, a busca de viagens com IA oferece uma maneira mais prática de encontrar hotéis que correspondam a preferências específicas. Em vez de filtrar centenas de opções, os viajantes podem descrever o que desejam em linguagem simples e receber uma lista mais concisa de sugestões personalizadas. Mas listas de recomendações mais curtas também levantam questões. Se as ferramentas de IA mostrarem apenas alguns hotéis aos viajantes, eles podem não ter acesso a toda a gama de opções disponíveis. Consequentemente, a transparência, a qualidade da classificação e a credibilidade da fonte tornam-se cada vez mais importantes. De fato, o surgimento da busca de viagens por IA faz parte de uma tendência maior na forma como as pessoas pesquisam produtos e serviços online. Os hotéis são um dos primeiros setores a sentir esse impacto, porque as pessoas têm preferências muito específicas ao planejar suas viagens. Mas a mesma tendência pode afetar restaurantes, comércios locais, imobiliárias, compras e outros setores em que os usuários dependem de recomendações. A mensagem para os hotéis é clara: o SEO tradicional já não é suficiente. A próxima onda de visibilidade digital dependerá da capacidade dos sistemas de IA em compreender um estabelecimento, confiar nos seus dados e recomendá-lo com segurança. À medida que a IA se torna cada vez mais essencial para o planejamento de viagens, os hotéis que se adaptarem rapidamente poderão ter as melhores chances de serem encontrados — e reservados.

SOFISTICAÇÃO & EXTRAVAGÂNCIA ?
De fato, tem gostos e bolsos para tudo nesse mundo. Tem gente que de fato precisa disso ou precisa ostentar isso. Os viajantes de luxo estão esperando mais tempo para reservar viagens para a Copa do Mundo de 2026 e gastando mais do que nunca. Segundo a Roadtrips, empresa especializada em viagens esportivas de luxo, os viajantes estão cada vez mais encarando a Copa do Mundo de Futebol de 2026 como uma compra de luxo de última hora. Eles estão esperando mais tempo para se comprometer e gastando significativamente mais em experiências personalizadas relacionadas às semifinais e à final do torneio. Com a final da Copa do Mundo de 2026 marcada para a região de Nova York/Nova Jersey e a expectativa de que as partidas das semifinais atraiam demanda global, a Roadtrips está observando um forte interesse em pacotes de viagem sofisticados e totalmente personalizados, que combinam hotéis de luxo, transporte privativo, serviço de concierge e roteiros por diversas cidades. Os pacotes premium da Roadtrips para a Copa do Mundo começam atualmente em aproximadamente US$ 6.675 por pessoa para as semifinais e US$ 18.515 por pessoa para a final, com muitos viajantes personalizando seus roteiros muito além desses valores iniciais, por meio de acomodações melhores, estadias mais longas e experiências privativas. Eu sei que existe a mesma coisa, isto é, os mesmos produtos com a mesma qualidade ou superior, sem precisar gastar tudo isso.

“Estamos vendo muitos viajantes encarando a Copa do Mundo da mesma forma que encaram o Super Bowl, a Fórmula 1 de Mônaco ou as Olimpíadas”, disse Dave Guenther, presidente da Roadtrips. “Eles querem a flexibilidade de esperar pelos jogos mais emocionantes, mas, uma vez que decidem ir, buscam uma experiência perfeita e altamente personalizada, com acomodações de primeira linha e serviço VIP.” Segundo a Roadtrips, muitos clientes de alto padrão estão adiando suas decisões finais para mais perto do torneio, pois acompanham o desempenho das equipes, a disponibilidade de acomodações e possíveis companheiros de viagem. A empresa afirma que essa tendência está criando um período de reservas de luxo bastante reduzido para as partidas mais concorridas da Copa do Mundo. Com jogos espalhados pelos Estados Unidos, México e Canadá, a Copa do Mundo de Futebol de 2026 promete ser um dos maiores eventos de viagens esportivas de luxo que a América do Norte já viu.

EXPERIÊNCIA EXCLUSIVA

Agora, se você quiser mesmo exclusividade de verdade, a temporada de baleias na Patagônia Argentina ganhou uma nova proposta de experiência exclusiva para o mercado brasileiro. A Argentina Visión apresenta a “Orla dos Gigantes”, um roteiro diferenciado na Península Valdés que combina observação costeira de baleias, caminhada interpretativa em ambiente preservado e a emoção de vivenciar a fauna marinha da Patagônia de forma autêntica e exclusiva. Criada para conectar os visitantes com a natureza em seu estado mais puro, a experiência leva os viajantes a praias onde as baleias-francas-austrais se aproximam a poucos metros da costa, proporcionando momentos únicos de contemplação e conexão com o oceano. Um dos destaques do roteiro é a visita exclusiva à Bahía de las Ballenas, localizada dentro da Estância Las Charas, uma área preservada com acesso restrito, onde os participantes realizam um trekking costeiro acompanhado por guias naturalistas especializados.

Durante o percurso, é possível descobrir paisagens intocadas, histórias do mar e até restos ósseos de baleias que reforçam a riqueza natural e histórica da região. O roteiro também inclui visita à famosa Playa El Doradillo, reconhecida internacionalmente pela proximidade das baleias junto à orla, além de passagem por Puerto Pirámides, principal base turística para observação de baleias na região. A experiência “Orla dos Gigantes” opera entre os dias 10 de junho e 15 de outubro, período considerado ideal para observação das baleias-francas-austrais na Patagônia Argentina. O programa inclui: Excursão terrestre em grupos reduzidos; Visita à Playa El Doradillo; Visita exclusiva à Bahía de las Ballenas na Estância Las Charas; Visita a Puerto Pirâmides.

ELEIÇÕES & TURISMO

Começaram as propagandas dos partidos políticos, verdadeiros papos furados e, chega a dar nojo. Todos fizeram o bem, todos votaram e fizeram projetos em favor de Santa Catarina e do Brasil, todos são fenomenais e fundamentais e solicitam que a gente de filie a este partido ou aquele. Um asco tamanha cara de pau. Em favor do turismo, só criaram dificuldades para vender facilidades. Não é à toa que à Fecomércio SC propõe políticas públicas para fortalecer o turismo com foco nas eleições de 2026. Dessa forma, a governança do setor e fortalecimento regional estão entre as prioridades apresentadas pela entidade e o desenvolvimento do turismo em Santa Catarina esteve em pauta durante a Oficina Vai Turismo, promovida pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) em parceria com a Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio SC.

POLÍTICAS PÚBLICAS

O encontro teve como objetivo definir políticas públicas prioritárias para o setor turístico catarinense e construir uma agenda de propostas que será apresentada aos candidatos aos cargos executivos e legislativos nas eleições de 2026. Entre as principais prioridades destacadas estão duas ações voltadas à governança do setor: a recriação do Conselho Estadual de Turismo e o fortalecimento das Instâncias de Governança Regional (IGRs). Santa Catarina possui um potencial turístico imenso, porém ele ainda não foi atingido nem a metade. Encontros como esse servem para discutir o que pode ser feito para alavancar ainda mais o setor. As políticas públicas são essenciais nesse processo. E o objetivo é apresentar essas propostas aos candidatos durante as eleições de 2026. Santa Catarina foi o 17º estado brasileiro a receber a Oficina Vai Turismo. A iniciativa da CNC prevê a realização de encontros em todas as unidades federativas do país, reunindo representantes do setor para debater estratégias e demandas voltadas ao desenvolvimento do turismo nacional.

FESTIVAL DAS CATARATAS

O estado do Ceará chega à edição de 2026 do Festival Internacional de Turismo Cataratas (FITCataratas), que acontece de 10 a 12 de junho em Foz do Iguaçu (PR), para apresentar ao trade um destino que vai além das praias. No estande próprio do estado, ganham espaço os roteiros de serra, o Cariri religioso, o Geopark Araripe e o litoral. A meta é ampliar a oferta para os mercados do Sul, do Sudeste e dos países vizinhos. O Maciço de Baturité, na região de Guaramiranga, abre a vitrine com clima ameno, fazendas de café, observação de aves e trilhas de cachoeira. A Serra da Ibiapaba aparece pelo Parque Nacional de Ubajara, um dos mais visitados do país, com vistas panorâmicas, grutas e cachaçarias. No sul do estado, o Cariri reúne o santuário do Padre Cícero, com acesso por teleférico à estátua, e o Geopark Araripe, primeiro geoparque do Brasil reconhecido pela UNESCO. Tudo isso convive com os destinos do litoral, como Jericoacoara, Canoa Quebrada e a região metropolitana de Fortaleza. “O Ceará é um estado altamente diversificado em oferta turística. Promovemos as regiões serranas, como o Maciço de Baturité e a Serra da Ibiapaba, e o Cariri, com o santuário do Padre Cícero e o Geopark Araripe. Tudo isso convive com as praias, em um destino que se apresenta cada vez mais completo”, afirma Thiago Marques, diretor de Marketing da Secretaria do Turismo do Ceará (SETUR/CE).

SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade é tratada pelo estado como pré-requisito de operação. Jericoacoara é o caso mais conhecido: o parque opera com controle de acesso e cobra taxa de visitação revertida para investimentos no próprio destino. O modelo é referência para outras áreas litorâneas de alta visitação no Ceará. “O turismo do Ceará se desenvolve dentro de uma lógica sustentável. O perfil do nosso turista tem essa preocupação, assim como os agentes locais. O desafio existe em todo o mundo, e seguimos atentos para que o estado mantenha políticas públicas voltadas a essa atuação”, complementa Marques. O parque hoteleiro cresce junto com a demanda. A Bristol anunciou dois novos hotéis em Fortaleza. A Marriott confirmou um City Express na Praia de Iracema. O Club Med vai construir um resort em Beberibe, na costa metropolitana, com investimento de R$ 500 milhões. Fortaleza ganhou frequências em quase todas as ligações internacionais nos últimos meses e ampliou parte das nacionais, com voos regulares para São Paulo e Rio de Janeiro. Entre as novidades está o voo direto Fortaleza–Foz do Iguaçu, que estreia no período do festival. Em paralelo, a SETUR/CE realiza o Ceará Travel Show, evento itinerante que percorre o país com agentes e operadoras. Nesta etapa, o Travel Show desembarca em Cascavel no dia 9 de junho e em Foz do Iguaçu no dia 10, como evento paralelo ao FITCataratas. “O FITCataratas é estratégico para o Ceará pela pluralidade do mercado que reúne. Há muitos anos colhemos resultados de relacionamento com operadoras nacionais e internacionais, além das caravanas de agentes que recebemos no estande. Nesta edição, viemos com novidades que ampliam o acesso ao destino e fortalecem essas conexões”, conclui.

BELLA DA SEMANA – SABRINA DE MARTINI

Prepare o fôlego para a despedida da loira que parou o Brasil. Sabrina de Martini volta com tudo em um ensaio de tirar o fôlego. Tem mulher que não precisa de apresentação, e a Sabrina de Martini é exatamente assim. Se você achou que as outras partes já tinham testado o seu limite, se prepare: o melhor — e mais quente — ficou para o final. Sabrina não apenas posa; ela exala um tesão natural, uma vontade de sentir e dar prazer que transborda em cada olhar e movimento. É aquele tipo de sensualidade crua, sem filtros, que faz a gente perder o rumo. Nesta quarta, 3 de junho, o Bella da Semana entrega a você o privilégio de entrar na intimidade da Sabrina. É a sua chance de ver de perto o que acontece quando uma mulher decidida resolve mostrar tudo, com a exclusividade que só quem é do nosso clube merece. Não deixe essa despedida passar em branco. Assine agora e garanta seu lugar na primeira fila para conferir a Sabrina de Martini e centenas de outras Bellas.







